Go to Top

XVII Encontro Regional Sul da ABEM

Tema: Diversidade humana, responsabilidade social e currículos: interações na educação musical

inscrições

  • Selecione a sua Categoria, confirme o seu pedido e preencha a ficha de inscrição. Caso já possua cadastro na ABEM entre com seus dados de acesso no respectivo campo.

    • Para obter seus dados de acesso caso não saiba - solicite aqui
    Associação: Taxa:
    Reg Sul 2016 - Não Sócios da ABEM - Estudante de graduação
    R$ 80,00
    Reg Sul 2016 - Não Sócios da ABEM - Estudante de pós-graduação
    R$ 100,00
    Reg Sul 2016 - Não Sócios da ABEM - Professor da educação básica e professor de escolas
    especializadas de música de nível técnico, intermediário e inicial
    R$ 80,00
    Reg Sul 2016 - Não Sócios da ABEM - Profissional da área de música e afins, professor do ensino superior e professor de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia
    R$ 120,00
    Reg Sul 2016 - Sócios da ABEM - Estudante de graduação
    R$ 40,00
    Reg Sul 2016 - Sócios da ABEM - Estudante de pós-graduação
    R$ 60,00
    Reg Sul 2016 - Sócios da ABEM - Professor da educação básica e professor de escolas specializadas de música de nível técnico, intermediário e inicial
    R$ 40,00
    Reg Sul 2016 - Sócios da ABEM - Profissional da área de música e afins,professor do ensino superior e professor de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia
    R$ 80,00

  • Prezado participante: nesta edição da ABEM Sul, teremos DOIS momentos com cursos distintos. Desta forma, você deverá escolher uma proposta de oficina para o horário “A” (dias 13 e 14, das 16h às 18h) e OUTRA proposta para o horário “B” (dias 14 e 15, das 8h às 10h), de acordo com as listas abaixo. Note que os cursos oferecidos em cada horário são diferentes.

    MINICURSO A - dias 13 e 14, das 16h às 18h

    Construção de instrumentos musicais alternativos para a educação básica

    Guilherme G. B. Romanelli
    A exploração de objetos sonoros é defendida por alguns teóricos da Educação Musical como instância privilegiada de aprendizagem. Esta oficina traz os referenciais teóricos que sustentam essas atividades e propõe algumas ideias que serão desenvolvidas pelos participantes.

    Guilherme G. B. Romanelli é professor dos cursos de educação musical, pedagogia, luteria e pós-gradução em música da UFPR. Mestre e Doutor em educação, é consultor do MEC-INEP, foi coordenador de cultura da UFPR e avaliador dos prêmios “Cultura Viva” – MINC e Petrobrás Cultural. Enquanto pesquisador apresentou trabalhos e conferências na Lituânia, Alemanha, Colômbia e em 19 estados brasileiros. Além de diversos artigos em revistas nacionais e internacionais, é um dos autores dos livros A [des] Construção da Música na Cultura Paranaense - Ed. Aos Quatro Ventos, Práticas de Ensinar Música - Ed. Sulina; A escola criativa: um diálogo entre neurociências, artes-visuais e música – Ed. Melo; Conteúdo, metodologia e avaliação do ensino das artes – CIPEAD-UFPR; Caderno 6 – Artes do PNAIC – MEC; Educação Integral Integrada, UFPR; uma coleção de dez livros didáticos (ensino fundamental I) para a Ed. Aymará e três livros didáticos (EJA) pela Ed. Positivo.

    Danças do mundo para a escola

    Lia Marchi
    A oficina apresentará repertórios de danças tradicionais brasileiras e de danças do mundo, unindo o cantar e o dançar, a música e o movimento. A proposta é aprender este repertório, pensando como trazer a tradição e as culturas populares para o dia a dia da sala de aula em atividades práticas.

    Lia Marchi é cineasta, pesquisadora, professora e produtora. A partir de 1998 cria e coordena o projeto Tocadores. Fundou em 1999 a Olaria Projetos de Arte e Educação onde atua como diretora artística coordenando a realização de diversos projetos. Há 18 anos se dedica a pesquisa e divulgação das culturas tradicionais e populares, especialmente do Brasil e de Portugal. Em seus livros e filmes, aborda o rico universo das comunidades tradicionais e dos sons e sentidos das culturas locais. Atualmente divide seu tempo entre a pesquisa musical, a realização de documentários e oficinas para diversos públicos. Mais informação sobre seus projetos em www.olariacultural.com.br.

    Flauta doce para professores

    Anete Susana Weichselbaum
    Estratégias de ensino do instrumento voltadas a iniciantes em contexto coletivo. Possibilidades e análise de propostas pedagógico-instrumentais. Considerações sobre repertório (inclui exercícios, imitação, blocos-criativos, perguntas-e-respostas) e arranjos.

    Anete Susana Weichselbaum é doutora em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Implantou uma Oficina de Flauta Doce e Musicalização em um colégio da rede privada de ensino em Curitiba. Leciona na UNESPAR/EMBAP e atua em cursos de formação inicial e continuada de professores com flauta doce. Coautora do método Sonoridades Brasileiras.

    Música e projetos sociais

    Vania Fialho e Magali Kleber
    Aspectos epistemológicos e conceituais da educação musical aplicados em projetos sociais. Reflexões e ações do educador musical em projetos sociais. Projetos sociais como campo de atuação para o educador musical.

    Vania Malagutti Fialho e Magali Oliveira Kleber. Vania Fialho é Doutora em Educação Musical pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Professora adjunta no Departamento de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Diretora Regional Sul da ABEM. Magali Kleber é Bacharel em Piano pela Faculdade de Música Mãe de Deus (1978), mestre em Artes Música pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2000) e doutora em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006). Realizou o pós-doutorado na UFRJ, no Laboratório de Etnomusicologia (2010). Atualmente é presidente da Associação Brasileira de Educação Musical e Coordenadora da Comissão Community Music Activity da International Society for Music Education. Líder do Grupo de Pesquisa do CNPq Educação Musical e Movimentos Sociais. É professora adjuntoa da Universidade Estadual de Londrina. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação Musical, atuando principalmente nos seguintes temas: educação musical, inclusão social e terceiro setor.

    Musicografia braille

    Adriano Chaves Giesteira
    Transcrição de partituras convencionais através do sistema braille. Reflexões sobre o processo de ensino e aprendizagem da escrita musical em braille. O uso no software musibraille. Estrutura do sistema braille. O uso da TICs no processo de ensino e aprendizagem. A inclusão da pessoa com deficiência visual.

    Adriano Chaves Giesteira é formado em Educação Musical pela UFPR, Mestre e Doutor em Música pela Universidade Autônoma de Barcelona. Desenvolve pesquisas sobre o ensino de música para pessoas com deficiência visual. Obteve primeiro lugar no VI concurso de materiais didáticas adaptados realizado pela Organização Nacional dos Cegos de Espanha (ONCE), em 2013. Atualmente é docente do curso de Licenciatura em Música do Campus de Curitiba I da UNESPAR e tutor do curso de Licenciatura em Música da UFsCar.

    Percussão e música brasileira na escola: ideias e estratégias para praticas musicais em grupo

    Andréia Veber
    O minicurso tem como objetivo desenvolver práticas e reflexões acerca do uso e inserção da percussão e ritmos da música brasileira na escola. Serão apresentadas algumas técnicas básicas de execução de instrumentos de percussão rítmica, bem como sua adaptação aos diferentes contextos, instrumental disponível, fontes sonoras diversificadas, diferentes públicos, entre outros fatores. A proposta apresentada parte da compreensão da percussão como um instrumental importante para a prática musical escolar e considera a importância de valorizar as raízes da música popular brasileira e de incentivar sua prática nas escolas. *materiais solicitados na inscrição: roupas confortáveis e, se possível, levar seus instrumentos de percussão.

    Andréia Veber é Mestre em Música - Educação Musical pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Licenciada em Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Atualmente é professora no departamento de Música da Universidade Estadual de Maringá, na qual coordena o projeto Interdisciplinar PIBID-UEM. Coordena ainda o curso de Licenciatura em Artes Cênicas, bem como projetos de extensão ligados ao ensino de música, estudos de música brasileira e desenvolvimento de propostas de integração entre as diferentes áreas artísticas. Possui projetos voltados para o estudo do gênero Choro e para a percussão brasileira. Atuou e tem atuado, também, em temáticas relacionadas à formação de professores, inserção da música na escola de educação básica, música e novas tecnologias e projetos ligados a formação e integração em Artes.

    Propostas para musicalização na educação infantil

    Luís Bourscheidt
    O curso pretende oportunizar aos participantes conteúdos teórico-práticos sobre o trabalho com a linguagem musical na educação infantil, desenvolvendo competências pertinentes às especificidades da música na educação infantil por meio de atividades de exploração e produção sonora (jogos e brincadeiras musicais), do canto (brincadeiras cantadas, canções) e audição ativa. Além disso, a proposta que segue pretende integrar a linguagem musical no contexto educativo, cujo conhecimento se constrói pela prática em grupo, ampliando as possibilidades de mediação do educador no trabalho com música na educação infantil.

    Luís Bourscheidt é formado em Educação Musical (2006) e em Produção Sonora (2008) pela Universidade Federal do Paraná e é Mestre em Música - Cognição e Filosofia da Música (2008), também pela UFPR. Participou do programa de Musicalização Infantil da mesma instituição entre 2004 e 2010, atuando em turmas com crianças entre 0 e 10 anos de idade. Tem experiência na área de Educação Musical e prática musical, com ênfase em Musicalização Infantil, atuando principalmente com os seguintes temas: educação musical (método Orff e sistema Orff/Wuytack), arranjo e prática instrumental (bateria e percussão). É professor do Instituto Federal do Paraná – IFPR desde setembro de 2009 e da PUC/PR, atuando com artes, música e musicalização, e também no Curso técnico de Produção de Áudio e Vídeo, nas áreas de produção de Áudio e Sonorização.

    MINICURSOS B - dias 14 e 15, das 8h às 10h

    Introdução ao método O Passo

    Luiz Carlos Martins
    Apresentação, reflexões e práticas acerca do método de educação musical O Passo, de Lucas Ciavatta.

    Luiz Carlos Martins é mestre em Educação Musical e Cognição pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Possui graduação em Licenciatura em Música também pela Universidade Federal do Paraná (2013), e é professor do Instituto d O Passo (RJ), atuando como educador musical há 14 anos.

    MPB na sala de aula

    Ana Paula Peters
    Escolha de canções e músicas instrumentais brasileiras de diferentes estilos e épocas. Vivências musicais e contextualizadas das obras selecionadas. Propostas de atividades envolvendo timbres, planos de intensidade, ritmos, arranjos coletivos e apreciação musical de diferentes interpretações da mesma música.

    Ana Paula Peters é flautista, professora adjunta da UNESPAR, campus Curitiba I - EMBAP, mestre em Sociologia (UFPR/2005) com a dissertação - De ouvido no rádio: os programas de auditório e o choro em Curitiba - e doutora em História (UFPR/2013) com a tese - Nasce toda criatura com sua ventura: entremezes do século XVIII-. Estuda a história, circulação e divulgação da música popular brasileira. Escreveu a coleção de livros didáticos de música - Além das notas - (1º ao 5º ano), finalista do prêmio Jabuti de 2013 e - Nas trilhas do choro -, um panorama do choro em Curitiba (2016).

    Música elementar e escuta musical ativa

    Melita Bona
    A partir da proposta pedagógica de Carl Orff, a oficina oportunizará vivências de música elementar e escuta musical ativa, com discussões sobre o papel destes conceitos no contexto da Educação Musical.

    Melita Bona é Mestre em Educação pelo PPGE/ME da FURB e Licenciatura Plena em Educação Artística; professora pesquisadora do Departamento de Artes da FURB com pesquisa direcionada para a formação do professor de música, integrante do Grupo de Pesquisa Formação e Atuação Docente do PPGE da FURB; coordenadora pedagógica do Programa Institucional Artes na Escola/PIAE - pólo FURB; coordenadora do Subprojeto de Música do PIBID da FURB. Atualmente, vice-diretora do Centro de Ciências da Educação, Artes e Letras e coordenadora do Curso de Música, da FURB.

    Tradições musicais afro-brasileiras na sala de aula

    Luciana Prass
    Entendendo a lei 10.639/03, de inclusão da história e cultura afro-brasileira e africana na educação escolar brasileira, como mola propulsora de um grande movimento de pesquisa e aprendizagem para professores e alunos, as temáticas relativas à música, suscitadas nesse processo, se apresentam como extremamente férteis para fomentar o debate sobre multiculturalismo e tolerância interétnica no cotidiano escolar. Esta oficina objetiva trabalhar com práticas musicais através de repertórios de tradição afro-brasileira, pensando em suas implicações éticas e estéticas na educação musical contemporânea nos diversos níveis de ensino.

    Luciana Prass é Bacharel em Violão, Mestre em Educação Musical, Doutora em Etnomusicologia e professora do Departamento de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Integra o Grupo de Estudos Musicais (GEM/UFRGS) desde 1993, pesquisando práticas musicais de afro-descendentes no RS. A partir de 2002 passou a colaborar com o Programa de Educação Antirracista no Cotidiano Escolar e Acadêmico do Departamento de Desenvolvimento Social DEDS/PROREXT/UFRGS. Foi uma das idealizadoras da criação do Bacharelado em Música Popular da UFRGS (2012). É autora de “Saberes Musicais em uma bateria de escola de samba: uma etnografia entre os Bambas da Orgia” (Editora da UFRGS, 2004) e “Maçambiques, Quicumbis e Ensaios de Promessa: musicalidades quilombolas do sul do Brasil” (Editora Sulina, 2013).